Presença digital · para quem empreende fora do Brasil

Seu negócio é bom.
Na internet, ninguém percebe.

Eu organizo e apresento o que você já faz bem. Assim, quem chega entende em três segundos — e tem vontade de chamar.

Quero meu diagnóstico grátis · sem compromisso · em português
o que eu faço

Organizo a sua presença online

Marca, perfil de Instagram, página e conteúdo. Na ordem certa — e quem diz a ordem sou eu.

pra quem

Brasileiro que empreende fora do Brasil

Estados Unidos e Europa. Bom no ofício, invisível na internet, sem tempo pra prospectar.

quanto custa

A partir de US$ 300

Cada serviço US$ 300. Os quatro juntos, US$ 1.000. E o diagnóstico é grátis — começa por aí.

O seu trabalho já é uma obra de arte.

obra ainda não feita · tudo desalinhado

É assim que o seu cliente te vê hoje.

01 · vê só

O problema quase nunca é o seu trabalho.

Sete coisas que fazem alguém interessado desistir de você no meio do caminho. →

VÊ SÓ · 01

Não dá pra saber o que você faz

Em três segundos a pessoa precisa entender o que você faz e pra quem. Se ela tiver que adivinhar, vai embora.

VÊ SÓ · 02

Falar com você dá trabalho

Link que volta pro mesmo lugar, telefone escondido, formulário que ninguém responde. O interesse existia. Faltou o caminho.

VÊ SÓ · 03

O seu orçamento não diz o que entra

Quando a pessoa não entende o que está comprando, ela não acha caro. Ela some.

VÊ SÓ · 04

O seu preço só aparece se perguntarem

Nem todo negócio pode publicar preço, tudo bem. Mas sem nenhuma referência a pessoa inventa uma — e quase sempre erra pra cima.

VÊ SÓ · 05

Você aparece muito e não engrena

Volume não conserta comunicação errada. Dá pra postar todo dia e continuar sem dizer o que você vende.

VÊ SÓ · 06

Cada canto conta uma história sua

Um nome no Instagram, outro no Google, uma foto de 2019 no meio. A pessoa pesquisa, junta os pedaços e desconfia.

VÊ SÓ · 07

Você já perdeu venda sem saber

Ninguém escreve pra avisar que não entendeu. A pessoa só fecha a aba — e você nunca fica sabendo que ela existiu.

02 · como eu trabalho

Três pontos. Nessa ordem.

Sou arquiteta. Antes de escolher o revestimento, a gente entende quem vai circular no espaço e organiza a estrutura pra essa pessoa. Presença online funciona igual — só que quase sempre começa pelo revestimento.

01 ENTENDER
02 ORGANIZAR
03 APRESENTAR

00 · como costuma chegar

DIS-PER-SO

O trabalho é bom. O que aparece dele está espalhado.

Um perfil aqui, um número ali, um preço que só existe na conversa. Cada peça faz sentido sozinha e nenhuma sustenta a outra.

01

ENTENDER

Quem procura por você, e o que essa pessoa precisa encontrar.

Antes de cor, de fonte, de foto. Arquiteto não começa pela parede — começa por quem vai circular ali dentro.

02

ORGANIZAR

A ordem em que a informação aparece.

O que vem primeiro, o que vem depois, e pra onde a pessoa vai quando decidir falar com você. É a parte que ninguém elogia — como ninguém elogia a planta de uma casa em que se sente bem.

03

APRESENTAR

Só então o acabamento. Nunca antes.

Cor, tipografia, imagem, textura. Tudo isso importa — e tudo isso vem por último, porque acabamento em cima de estrutura errada é maquiagem. É o tipo de trabalho que eu me recuso a vender.

04 · o que fica

SUS-TEN-TA-DO

Você não precisa aparecer mais; precisa aparecer melhor.

Nada foi inventado no caminho. Os três pontos estavam lá desde o começo — mudou só onde cada um ficou.

E o que está de pé ali em cima não sou eu. É o seu negócio. Os três pontos são só o que segura tudo isso.

03 · quem está do outro lado

Eu já fui você.

Sou arquiteta. Saí do Brasil, fui morar em Portugal e tentei vender os meus serviços pela internet — sozinha, na tentativa e erro. Achei que ia ser a parte fácil.

Abri um Instagram pessoal pra trabalhar. Não funcionou: amigos e família não eram quem eu queria alcançar. Abri outro, do zero, com uma proposta clara na minha cabeça — eu ia atender um nicho minimalista. Postei todo dia. Fiz live. Fiz colaboração. Fiz tudo que mandam fazer.

Só que nada naquela conta remetia ao minimalismo. A proposta estava na minha cabeça e não estava na tela.

Fechei a conta. E levei tempo demais pra entender que o problema não era esforço, nem sorte, nem algoritmo: eu não estava comunicando o que eu queria vender.

Depois disso passei anos na Europa olhando pequenos negócios — muitos de brasileiros — com serviço de qualidade e uma presença online que não fazia jus ao trabalho. A causa era sempre a mesma que tinha sido a minha.

A OMNITRINE nasceu daí. O nome vem de omni, infinito, e trine, trindade — não é algo que se faz, mas como se sustenta. Três pontos de apoio, que é o mínimo que segura uma estrutura em pé.

— Marcella Dias · arquiteta · Portugal

04 · o que eu faço

Quatro serviços. Você não precisa escolher.

No diagnóstico eu olho o seu negócio e digo o que falta e em que ordem. Restaurante quase sempre começa pelo perfil; quem fecha por orçamento quase sempre começa pela página. Você não precisa saber a diferença — essa parte é minha.

Marca

US$ 300

Cores, tipografia, logo e como aplicar. A base que as outras três herdam.

Perfil

US$ 300

Bio, destaques, capas, ordem do feed e link. Pra quem vende pelo Instagram.

Página

US$ 300

Uma página que explica o que você faz e recebe o contato. Pra quem fecha por orçamento.

Conteúdo

US$ 300/mês

Posts, artes e legendas prontos, todo mês. Cancela quando quiser.

junto, na ordem certa

Presença Completa

US$ 1.000

Os quatro serviços, com o primeiro mês de conteúdo incluído. Separadas somam US$ 1.200.

  • O diagnóstico vira um plano escrito, com a ordem de execução
  • Trinta dias comigo disponível pra ajuste depois da entrega

Começou por um serviço só? Os US$ 300 entram como crédito no pacote. Não existe primeiro passo errado.

obra pronta · tudo encaixado

E é assim que o seu cliente passa a te ver.

05 · antes de você me chamar

As respostas honestas.

Isso vai me trazer clientes novos?

Não posso garantir isso — e desconfie de quem garantir. Depende do seu preço, do seu atendimento e do seu mercado, e nada disso está na minha mão. O que eu garanto é o que depende de mim: que quem já procurou por você entenda o que você faz, quanto custa e como te contratar. Muita gente já estava interessada e desistiu por não conseguir isso.

Eu já tenho Instagram. Já tenho site.

Ter não é o problema — quase todo mundo tem. A pergunta é outra: alguém que caiu lá ontem, sem te conhecer de nada, entendeu o que você faz, quanto custa e como te contratar? Se a resposta for “dá pra entender se a pessoa procurar direitinho”, então você não tem uma vitrine, tem um endereço. No diagnóstico eu te mostro exatamente onde trava.

Eu não consigo fazer sozinho?

Consegue. Eu tentei — e falhei por mais tempo do que gostaria de admitir, mesmo trabalhando com projeto. O que costuma acontecer não é falta de capacidade: é que isso nunca vira prioridade, porque você está ocupado atendendo. Se faz dois anos que está na sua lista, talvez não seja falta de tempo.

A inteligência artificial não faz isso de graça?

Ela escreve texto, sim. O que ela não faz é decidir. Ela não sabe o que tirar, o que vem primeiro, qual preço mostrar e qual esconder, nem o que o seu cliente já entendeu errado sobre você. Isso não é digitação, é escolha — e escolha exige alguém olhando o seu negócio. Repara numa coisa: a ferramenta está no seu celular também. Se bastasse ela, isso já estaria resolvido.

US$ 300 é caro?

Depende do que você compara. Contra um site de modelo pronto, é caro. Contra alguém procurar o seu negócio, não entender e ir no concorrente, é outra conta — e essa conta você já está pagando, só que sem receber a fatura. Eu não sou a opção mais barata e não tento ser. Mas o diagnóstico é grátis: dá pra começar sem gastar nada.

Como eu te pago? Nem te conheço direito.

Pergunta certa, e você deveria fazer sempre. Não é transferência pra conta de desconhecido: o pagamento é por link seguro de cartão, com recibo no seu e-mail e registro na operadora — se algo sair errado, você tem a quem recorrer, e não sou eu. E é dividido: metade pra começar, metade na entrega. Antes disso tem o diagnóstico, que é grátis — você me vê trabalhar antes de me pagar qualquer coisa.

Não tenho tempo de ficar juntando material.

Esse é o motivo número um de projeto travar no meio, e por isso eu montei do jeito que montei: você manda o que já tem, do jeito que está — foto do celular, cardápio em PDF, áudio no WhatsApp. O que faltar, eu produzo. Se a entrega depender de você ficar pronto, ela não acontece.

O meu negócio é muito específico.

Em parte é verdade — o que você vende é seu, e eu vou te perguntar bastante sobre isso. O que não muda é a ordem: o que a pessoa precisa entender primeiro, segundo e terceiro pra decidir te chamar. Isso é igual pro dentista, pro restaurante e pro advogado. É justamente essa parte que eu faço.

Eu nem sei direito o que eu quero.

Ótimo, porque essa parte é minha. Se você chegasse com tudo decidido, estaria me contratando pra executar — e não é isso que eu vendo. Você me diz o que faz e pra quem, e a ordem quem monta sou eu. Começa pelo diagnóstico: ele existe exatamente pra você sair da conversa com clareza, mesmo que não feche nada comigo.

Quanto tempo leva?

Depois que eu tenho o briefing e o material, a entrega é rápida — questão de dias, não de semanas. O que costuma demorar é o que depende de você: fotos, textos que só você sabe, e as decisões. Eu digo exatamente do que preciso logo na primeira conversa.

Você atende quem mora nos Estados Unidos?

Atendo. Moro em Portugal, então estou algumas horas à frente — na prática, respondo cedo no seu dia e o trabalho anda enquanto você dorme. Toda a conversa é em português, e tudo é feito à distância.

Depois eu fico dependente de você?

Não, e isso é de propósito. O domínio fica no seu nome, as contas ficam no seu nome, os arquivos ficam com você. Se um dia você quiser levar pra outra pessoa, leva, sem me pedir nada. Eu prefiro que você fique porque quer — não porque não consegue sair.

E se eu não gostar do resultado?

Tem uma rodada de alterações inclusa, e ela existe exatamente pra isso. Antes disso, no diagnóstico e no briefing, eu mostro a direção — a ideia é que você não chegue no fim e se surpreenda. E se eu achar que não consigo resolver o seu caso, eu falo antes, não depois de pegar o seu dinheiro.

Agora não é o momento. Depois eu vejo.

Pode ser mesmo. Só que “depois” já é o nome disso há um tempo, e enquanto isso quem procura por você continua procurando — e continua achando o que está lá hoje. O diagnóstico é grátis e não te compromete com nada. Se depois dele você achar que não é a hora, ótimo: vai ser uma decisão, e não um adiamento.

06 · por onde começa

O diagnóstico é grátis.

Você me manda o link do seu perfil ou do seu site. Eu olho com calma e te mostro três coisas específicas que quem chega não está conseguindo entender — e em que ordem eu resolveria.

Se fizer sentido continuar comigo, a gente conversa. Se não fizer, o diagnóstico fica seu do mesmo jeito.

Chamar no WhatsApp

+351 913 015 949 · quem responde sou eu